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Ler artigoEntenda quando girar o código para escada no frasco cilíndrico. Veja o exemplo EAN-13, a conta de curvatura e o espaço necessário na etiqueta.

Na tela, o código de barras está inteiro. No frasco, as pontas desaparecem para os lados. Antes de diminuir o desenho para fazê-lo caber, vale olhar a orientação: em um corpo estreito, girar o código pode resolver uma limitação criada pela curva.
O ponto de partida é a posição escada. Com o frasco em pé, as barras ficam horizontais e a sequência acompanha a altura. Assim, a curvatura deixa de envolver lateralmente toda a sequência de barras e espaços.
Se você usa EAN-13 no tamanho nominal, com módulo de 0,330 mm, há uma referência útil: a tabela GS1 relaciona a posição cerca a um corpo de pelo menos 60 mm de diâmetro. Esse número pertence àquela combinação de código e tamanho. Vamos separar as medidas para você avaliar o seu frasco.
| Sua situação | Decisão inicial | O que conferir |
|---|---|---|
| EAN-13 nominal em corpo de 40 mm de diâmetro | Usar escada | Espaço ao longo da altura, áreas livres e impressão |
| EAN-13 nominal em corpo de 70 mm de diâmetro | A posição cerca pode entrar no projeto | Tamanho efetivo e condição da peça aplicada |
| Etiqueta já impressa na posição habitual | Comparar a aplicação da peça girada 90° | Toda a composição, incluindo textos e margens |
| Código perto do ombro ou de uma emenda | Mudar a posição para uma faixa regular | Não atravessar mudança de contorno ou sobreposição |
| Redução do código para fazê-lo caber | Rever tamanho e orientação primeiro | Módulo e altura admitidos para a aplicação |
Os cálculos abaixo usam EAN-13. Outras simbologias têm dimensões próprias; para QR Code, consulte o guia de dimensionamento na etiqueta térmica.
Ao pedir a arte, “coloque o código na vertical” pode gerar duas interpretações. Você está falando do retângulo ocupado pelo conjunto ou da direção de cada barra? Os nomes cerca e escada evitam essa dúvida.
A orientação da GS1 UK para cilindros de pequeno diâmetro é usar escada. A comparação visual mostra por quê:

Na cerca, a curva pode esconder barras inteiras das extremidades. Na escada, o efeito aparece nas pontas de cada barra, preservando melhor a apresentação da sequência ao longo da altura.
Os padrões das imagens são ilustrativos. O símbolo de produção precisa ser gerado no seu sistema com o identificador correto.
A tampa pode ser mais larga que o corpo, e o ombro pode começar a afunilar antes do fim do rótulo. A medida relevante é a da faixa em que o código será aplicado.
Num corpo circular regular, uma tira sem esticar permite obter o perímetro. A conversão para diâmetro é:
Diâmetro = perímetro ÷ π.
Por exemplo, 125,7 mm de perímetro correspondem a aproximadamente 40 mm de diâmetro. A conta pressupõe um círculo. Num frasco oval, o mesmo perímetro não significa a mesma curvatura em todos os lados.
Antes de reservar espaço para o código, procure uma faixa regular, longe do ombro, de relevos e da sobreposição do rótulo. As orientações de localização da GS1 UK também tratam de emendas, dobras e áreas livres. Uma posição contínua deixa o símbolo menos sujeito a essas interferências.
Para entender de onde vem a relação com o diâmetro, a referência é a seção 6.2.3.2 das Especificações Gerais GS1, versão 26.0. Ela examina o ângulo entre a tangente no centro do código e a tangente na extremidade. No EAN/UPC, essa extremidade é a borda externa das barras de guarda. O ângulo deve ser menor que 30°.
Não é necessário medir esse ângulo diretamente no frasco para acompanhar o raciocínio. Em um cilindro circular regular, com o código centralizado para a leitura, podemos calculá-lo pela largura que se distribui sobre a superfície:
α = 180 × S ÷ (π × D).
S é a largura entre as guardas externas, medida ao longo da superfície. D é o diâmetro do corpo. O resultado α corresponde ao percurso do centro até uma extremidade, e não de uma borda à outra.
Aplicando a condição α < 30°, a relação fica:
D > 6 × S ÷ π.
Repare que S pertence ao código. A largura inteira da etiqueta pode incluir marca, instruções e sobra de material; usá-la nessa fórmula mudaria o que está sendo avaliado.
No EAN-13 nominal, a largura entre guardas é 31,35 mm. O limite geométrico calculado para essa largura é aproximadamente 59,9 mm de diâmetro. Compare dois corpos:

A tabela 6-1 da mesma versão GS1 relaciona diâmetro de 60 mm a X máximo de 0,330 mm para EAN-13/UPC-A. Se o módulo impresso mudar, a combinação também muda. Ter um frasco de 60 mm não aprova qualquer tamanho de código que caiba no rótulo.

Essa avaliação responde à dúvida sobre curvatura na posição cerca. Qualidade de impressão e requisitos de leitura do destino continuam com suas próprias verificações.
A fórmula usou 31,35 mm, mas o desenho completo ocupa mais espaço. No tamanho nominal, a separação é esta:
| Parte do EAN-13 nominal | Dimensão |
|---|---|
| Módulo X | 0,330 mm |
| Desenho entre as guardas externas, S | 31,35 mm |
| Área livre esquerda | 3,63 mm |
| Área livre direita | 2,31 mm |
| Largura com essas áreas livres | 37,29 mm |
| Altura total da figura nominal, com números | 25,93 mm |
As medidas aparecem na figura 5-23 da norma. A GS1 UK também apresenta o tamanho nominal com as áreas livres.
As áreas livres ficam antes da primeira e depois da última barra na direção da sequência. Ao girar o código para escada, elas giram com ele. Ficar fora de S na conta angular não significa que possam ser retiradas da arte.
Por isso, bordas coloridas, outros textos e o corte precisam permanecer fora desse espaço. Os números legíveis previstos também acompanham o conjunto. A rotação conserva o desenho completo.
Sobre uma superfície plana, o retângulo nominal de 37,29 × 25,93 mm cabe em 40 × 30 mm. A subtração deixa 2,71 mm na largura total e 4,07 mm na altura total, antes de distribuir folgas de impressão, corte e posicionamento.
Esses valores são a sobra daquele exercício, sem representar uma recomendação de margem. O tamanho efetivamente gerado pelo sistema e as tolerâncias de produção precisam caber ali também.
Para chegar ao frasco em escada, uma possibilidade é girar a etiqueta inteira. O lado de 40 mm passa a acompanhar a altura e o de 30 mm fica na direção ao redor do corpo. Um código que saiu em cerca na peça plana passa a apresentar barras horizontais depois da aplicação.
O restante da arte aceita essa rotação? Se nome e instruções precisam continuar em outra direção, o layout deve trazer só o código girado dentro do rótulo. Essa escolha precisa ser resolvida antes da compra da mídia.
A medida externa da etiqueta ainda não conta toda a história. A impressora pode ter uma área útil menor, e a posição de alimentação também interfere no espaço disponível para o desenho.
Na impressão interna, leve o arquivo completo ao comparar a impressora de etiquetas. A discussão de 203 ou 300 dpi ajuda a relacionar o módulo à grade de pontos que realmente será impressa.
Reduzir só a altura das barras para acomodar o conjunto deixa outra dimensão do símbolo em questão. Primeiro resolva orientação e posição; depois confira o tamanho permitido para a aplicação.
“Etiqueta 40 × 30 para código de barras” descreve uma peça, mas ainda não permite saber se a identificação funcionará no frasco. Uma cotação mais útil inclui:
Se o frasco terá condensação, por exemplo, a construção da etiqueta precisa conservar o impresso e a adesão nessa condição. Na pesquisa de etiquetas, o tamanho calculado entra junto de frontal, adesivo e processo de impressão.
Se ainda faltar espaço, o projeto de identificação precisa ser revisto com quem o define. EAN-8 usa GTIN-8; cortar algarismos de um EAN-13 não cria essa alternativa. O guia de SKU, GTIN e EAN explica a relação entre identificador e símbolo.

A aprovação deve usar o frasco com a etiqueta na posição final, conferindo o conteúdo lido e a qualidade exigida pela operação. O guia de impressão de código de barras separa essas duas tarefas.
Guarde o diâmetro considerado, as dimensões do símbolo e a orientação aplicada junto do pedido. Se trocar de frasco ou de configuração de impressão, volte a essa combinação. Outra bobina de 40 × 30 mm pode ter a mesma medida externa e já não corresponder ao conjunto que foi aprovado.